"Triunfo moralizador"
Sátão 1-0 Abrantes (2ª Divisão Nacional - Série C)
Boa segunda parte da turma da casa

Um golo de Nuno Simões, aos 58 minutos, decidiu um jogo que até ali não tinha merecido grandes motivos de interesse. Efectivamente, a partida disputada na Premoreira esteve como a tarde. Fria e disputada, mas, em muitos períodos, pouco interessante.
No cômputo geral a vitória assenta bem à turma de Jorge Paiva e escassa para as oportunidades criadas, em especial na recta final quando os ribatejanos, em busca do empate, permitiram vários contra-ataques desperdiçados por Rebelo, Círo, Abner e companhia.
A turma da casa começou bem o encontro, tendo a iniciativa e detendo domínio territorial. Aos 12 minutos beneficiou e um livre próximo da área contrária, a castigar uma falta de Vagner sobre Nuno Simões. Na conversão Hélder Sarmento bateu de pé esquerdo contra a barreira.
O domínio da formação de Jorge Paiva manteve-se até à passagem do primeiro quarto de hora, mas com a subida no terreno da formação ribatejana o jogo começou a pender mais para o lado visitante. Ainda assim, e apesar do domínio territorial, a turma visitante apenas aos 32 minutos levou perigo à baliza de Zé Luís, mas sem consequências.
À entrada do último quarto de hora o cariz da partida não se alterou. Eram os ribatejanos que mandavam no jogo, mas inoperantes no ataque, onde esbarravam no esquema montado por Jorge Paiva. Poderíamos dizer que se assistia a um jogo de muita luta, com os locais a tentarem espreitar o contra-ataque. Por duas vezes, antes do intervalo, a baliza adversária passou por momentos de aflição. Primeiro, aos 39 minutos, Luís Figueiredo, a passe Ramos, disparou à entrada da área forte por cima do travessão, e depois, a um minuto do intervalo, foi Ciro a rematar cruzado, mas ao lado da baliza.
No cômputo geral a vitória assenta bem à turma de Jorge Paiva e escassa para as oportunidades criadas, em especial na recta final quando os ribatejanos, em busca do empate, permitiram vários contra-ataques desperdiçados por Rebelo, Círo, Abner e companhia.
A turma da casa começou bem o encontro, tendo a iniciativa e detendo domínio territorial. Aos 12 minutos beneficiou e um livre próximo da área contrária, a castigar uma falta de Vagner sobre Nuno Simões. Na conversão Hélder Sarmento bateu de pé esquerdo contra a barreira.
O domínio da formação de Jorge Paiva manteve-se até à passagem do primeiro quarto de hora, mas com a subida no terreno da formação ribatejana o jogo começou a pender mais para o lado visitante. Ainda assim, e apesar do domínio territorial, a turma visitante apenas aos 32 minutos levou perigo à baliza de Zé Luís, mas sem consequências.
À entrada do último quarto de hora o cariz da partida não se alterou. Eram os ribatejanos que mandavam no jogo, mas inoperantes no ataque, onde esbarravam no esquema montado por Jorge Paiva. Poderíamos dizer que se assistia a um jogo de muita luta, com os locais a tentarem espreitar o contra-ataque. Por duas vezes, antes do intervalo, a baliza adversária passou por momentos de aflição. Primeiro, aos 39 minutos, Luís Figueiredo, a passe Ramos, disparou à entrada da área forte por cima do travessão, e depois, a um minuto do intervalo, foi Ciro a rematar cruzado, mas ao lado da baliza.

O Sátão voltou melhor para a segunda parte, mostrando vontade e empenho para chegar ao triunfo. Aos 48 minutos beneficiou de um livre perigo, mas Nelson Leite atirou muito por alto.
O primeiro momento marcante da partida, pela negativa, foi a expulsão de Vagner e Ramos que se engalfinharam nas barbas do auxiliar Santos Silva, após uma saída de bola pela linha lateral. Desnecessária a cena, tanto mais que nada de anormal se passou no lance. O episódio acabou por ter efeitos. Os visitantes, desconcentrados, permitiram uma escapada de Chico pela direita, com Nuno Simões a mostrar faro pelo golo, desviando o cruzamento do companheiro ao primeiro poste, num golo de belo efeito.
O tento animou a partida. Jorge Paiva reorganizou as tropas na defesa da vantagem conseguida, enquanto que Ricardo Brandão usou os triunfos que tinha no banco.
Nesta nova fase, os satenses deram a iniciativa de jogo ao adversário que nada tinha a perder. Com isso desguarneciam a sua zona defensiva. Os lançamentos compridos para o meio terreno contrário encontravam Rebelo, Ciro, Abner e companhia, que foram perdendo ocasiões soberanas de dilatar a vantagem, diga-se que merecida. Porém, e depois de três ou quatro situações de golo falhadas, Neio, a dois minutos do final do tempo regulamentar, quase deitava um balde de gelo sobre a fria tarde que se fazia sentir, quando rematou por cima do travessão na zona da meia lua.
A vitória assenta bem aos locais, que não necessitavam de sofrer tanto no final da partida, numa tarde de trabalho muito positivo do trio de arbitragem de Aveiro.
O primeiro momento marcante da partida, pela negativa, foi a expulsão de Vagner e Ramos que se engalfinharam nas barbas do auxiliar Santos Silva, após uma saída de bola pela linha lateral. Desnecessária a cena, tanto mais que nada de anormal se passou no lance. O episódio acabou por ter efeitos. Os visitantes, desconcentrados, permitiram uma escapada de Chico pela direita, com Nuno Simões a mostrar faro pelo golo, desviando o cruzamento do companheiro ao primeiro poste, num golo de belo efeito.
O tento animou a partida. Jorge Paiva reorganizou as tropas na defesa da vantagem conseguida, enquanto que Ricardo Brandão usou os triunfos que tinha no banco.
Nesta nova fase, os satenses deram a iniciativa de jogo ao adversário que nada tinha a perder. Com isso desguarneciam a sua zona defensiva. Os lançamentos compridos para o meio terreno contrário encontravam Rebelo, Ciro, Abner e companhia, que foram perdendo ocasiões soberanas de dilatar a vantagem, diga-se que merecida. Porém, e depois de três ou quatro situações de golo falhadas, Neio, a dois minutos do final do tempo regulamentar, quase deitava um balde de gelo sobre a fria tarde que se fazia sentir, quando rematou por cima do travessão na zona da meia lua.
A vitória assenta bem aos locais, que não necessitavam de sofrer tanto no final da partida, numa tarde de trabalho muito positivo do trio de arbitragem de Aveiro.
Ficha de Jogo:
Sátão 1
Zé Luís, Tó Ferreira, Élio, Chico, Hélder Sarmento, Deodato, Ciro, Nuno Simões, Ramos, Luís Figueiredo e Nelson Leite
Substituições: Nuno Simões por Rebelo (71m), Luís Figueiredo por Abner (86m) e Rebelo por Paulo Meneses (90m)
Suplentes não utilizados: Tó Lopes
Treinador: Jorge Paiva
Abrantes 0
Passarinho, Jouber, Marçal, Matos, David Nunes, Ruben, Ruas, Marinho, Diogo, Neio e Vagner
Substituições: David Nunes por Santana (59m), Marinho por Tigas (61m) e Ruas por Rui Costa (72m)
Suplentes não utilizados: Mário
Treinador: Ricardo Mourão
Jogo no Estádio da Premoreira, em Sátão
Assistência: Cerca de 200 espectadores
Árbitro: Diogo Santos, do CA de Aveiro
Auxiliares: Santos Silva e Alberto Oliveira
Ao intervalo: 0-0
Marcadores: Nuno Simões (58m)
Acção disciplinar: Cartão amarelo para Nuno Simões (36m), Marçal (56m), Luís Figueiredo (61m), Ruben (67m), Neio (72m), Zé Luís (89m), Hélder Sarmento (89m), Chico (90m) e Diogo (90m)
Cartão vermelho para Vagner (56m), Ramos (56m)
José Luís Araújo (DV)
Zé Luís, Tó Ferreira, Élio, Chico, Hélder Sarmento, Deodato, Ciro, Nuno Simões, Ramos, Luís Figueiredo e Nelson Leite
Substituições: Nuno Simões por Rebelo (71m), Luís Figueiredo por Abner (86m) e Rebelo por Paulo Meneses (90m)
Suplentes não utilizados: Tó Lopes
Treinador: Jorge Paiva
Abrantes 0
Passarinho, Jouber, Marçal, Matos, David Nunes, Ruben, Ruas, Marinho, Diogo, Neio e Vagner
Substituições: David Nunes por Santana (59m), Marinho por Tigas (61m) e Ruas por Rui Costa (72m)
Suplentes não utilizados: Mário
Treinador: Ricardo Mourão
Jogo no Estádio da Premoreira, em Sátão
Assistência: Cerca de 200 espectadores
Árbitro: Diogo Santos, do CA de Aveiro
Auxiliares: Santos Silva e Alberto Oliveira
Ao intervalo: 0-0
Marcadores: Nuno Simões (58m)
Acção disciplinar: Cartão amarelo para Nuno Simões (36m), Marçal (56m), Luís Figueiredo (61m), Ruben (67m), Neio (72m), Zé Luís (89m), Hélder Sarmento (89m), Chico (90m) e Diogo (90m)
Cartão vermelho para Vagner (56m), Ramos (56m)
José Luís Araújo (DV)
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